segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Suco Vivo


Então... Aniversário, novo ciclo... Pra contribuir e já ir exercitando meu novo propósito para este ano do calendário (vivendo Sol Magnético :D), propósito de iluminar, encontrei um quadro comparativo dos Sucos Vivos (suco verde, de luz do sol e ecológico), numa página muito interessante.
Ando experimentando e recomendando, mas sem muito conhecimento a respeito. Mas entao, fica a dica. O responsável pela página é Daniel Francisco de Assis, brasileiro, que está mandando muito nos spas pela Europa inteira investindo na aplicação, pesquisa e extensão da Alimentação Viva. Sem fogo. Sem geladeira. Sem fogão. Sem condicionamento.


Só pra constar, o cara tem um newsletter muito bom, se achar interessante, inscreva-se no site. Receberá periodicamente "receitas vivas" e dicas de alimentação.

Bom, para quem "está achando brabo", tem também um artigo muito bom sobre a velha discussão das proteínas. Não incentivando ninguém a parar de comer carne (ele, não; eu sim- ceramente), mas caminhando na direção de um maior esclarecimento.


Acho que por agora é isso.

Grato

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Nossa futura Pop Didi Star...


Baba Nam Kevalam
Tudo é expressão do Amor Divino!

Muito gratos, Vinaya!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

terça-feira, 18 de agosto de 2009

A Mulher é rara!


Este texto é uma dita "Conferência imaginária" de Louis Pauwels, extraído do livro "Tantra, o culto da Feminilidade" de André Van Lysebeth. Palavras e nomes de impacto. Observe:


"O Problema é que não há mais mulheres. Sustento que as mulheres desapareceram, que houve uma catástrofe, que a raça das mulheres foi dispersa e aniquilada sob os nossos próprios olhos, que não puderam ver. Senhores, a mulher, a descendente do paleolítico e do neolítico, nossa fêmea e nossa Deusa, o ser que eu chamaria de mulher do homem e que já não sabemos como é, foi perseguida, atingida em seu corpo físico e mental, e devolvida ao nada.

As entranhas da Terra estão plenas de florestas tragadas, de restos de espécies animais desaparecidas, de cinzas de raças humanas e sobre-humanas, cuja história, se nos fosse revelada, desafiaria a mais louca imaginação. Nossa verdadeira fêmea, ela também, misturou-se ao húmus dos abismos subterrâneos. Por quê? Ah, senhores, reflitam. Foi ela quem arcou com os custos da imensa, da implacável luta contra as religiões primitivas do Ocidente. Essa luta é toda a história do mundo dito civilizado. Os senhores acreditam que nos lugares onde as legiões romanas nunca conseguiram adaptar sua religião – por ex., na Gália e na Grã-Bretanha-, os soldados de Cristo encontraram uma terra inculta e sem deuses? Em inúmeros lugares da velha Europa, nas landes, nas planícies de menires, no fundo do mato e nas margens dos rios onde Pã cantava, sobrevivia a religião nativa, oriunda da noite dos tempos, a verdadeira religião do homem ocidental. Semnhores, estou certo de que a Europa viveu, durante milênios, de um elevado pensamento místico, ele mesmo oriundo de outras eras, consagrado ao Deus Cornudo e à exaltação do princípio feminino. É evidente que essa espiritualidade original foi afogada com violência, no fogo e no sangue, por uma religião estrangeira, vinda do Oriente: o cristianismo. O Deus Cornudo, protetor da antiga humanidade do oeste, foi chamado de diabo e amaldiçoado.

Os ídolos imemoriais foram derrubados e foi preciso destruir, junto com eles, seu suporte: a mulher-mãe, a mulher-deusa, a mulher-fêmea, a verdadeira mulher.

As pessoas cultas denunciam hoje as atrocidades do colonialismo recente: os indígenas aniquilados, feiticeiros africanos extintos, civilizações negras martirizadas. Mas não falam de nossos antigos totens que foram derrubados! De nosso Deus que foi aviltado e perseguido! De nossas sacerdotisas, que foram exterminadas! De nossa mulher que nos foi subtraída! A velha Europa também foi colonizada e desfigurada. Sim, senhores, ouso dizê-lo. Do ponto de vista puramente antropológico em que me situo, a história da igreja cristã é a história de uma guerra empreendida pelo estrangeiro contra um culto nativo muito antigo, muito poderoso, muito profundamente arraigado e de um crime bem sucedido contra toda a raça humana fêmea. Nós perdemos nossa metade, senhores. Como demonstrarei, ela foi morta.
Não acuso. Talvez ese crime fabuloso fosse necessário. E talvez fosse inevitável. A civilização não seria o que é se a verdadeira mulher ainda existisse. Nós continuaríamos a crer no Paraíso terrestre. O espírito humano não teria tomado novos rumos. Não estaríamos hoje a ponto de atingir as longínquas galáxias. Mas examinemos esse crime. Extermínio físico em fogueiras: evocarei as centenas de milhares de verdadeiras mulheres, chamadas de bruxas e queimadas como tais, e os outros milhões de mulheres vencidas e transformadas pelo medo. Eu os remeto a Jules Michelet, visionário de La Sorcière, livro admirável e incompreendido. Extermínio pela propaganda, arma mais certeira do que todas as outras. Guerra revolucionária empreendida pela Cavalaria contra a mulher verdadeira, a favor de um novo ídolo. E, enfim, num plano mais amplo, mais misterioso e concomitante, mutação decadente da espécie. De tal forma que, pouco a pouco, o ser fêmeo autêntico foi substituído por um ser diferente.

Senhores, o ser que chamamos de mulher não é a mulher. É uma degenerescência, uma cópia. A essência não está aí, o princípio não está aí, nossa alegria e nossa salvação não estão aí.

...Chamamos de mulheres seres que dela não tem senão a aparência, tomamos em nossos braços imitações de uma espécie inteiramente ou quase destruída.

A mulher é rara, disse Giraudoux. Ao desposarem uma medíocre falsificação dos homens, um pouco mais artificiosa, um pouco mais maleável, a maioria dos homens desposa a si mesma. É a si mesmos que eles vêm passar pela rua, com um pouco mais de colo, um pouco mais de quadris, o todo envolvido em seda; é a si mesmos que eles perseguem, abraçam e desposam. Afinal, é menos frio do que desposar um espelho. A mulher é rara, ela transpõe as enchentes, derruba os tronos, ela detém os anos. Sua pele é o mármore. Quando há uma Ela é o impasse do mundo... Para onde vão os rios, as nuvens, os pássaros isolados? Se lançar na Mulher... Mas ela é rara... Deve se evitá-la quando a vemos, porque se ela ama, se ela detesta, ela é implacável... Mas ela é rara.

A verdadeira mulher, aquela que vem a nós do fundo das eras, a mulher que nos foi dada, pertence inteiramente a um Universo estranho ao homem. Ela cintila no outro lado da Criação. Ela conhece o segredo das águas, das pedras, das plantas e dos animais. Ela fixa o Sol e vê claro na noite. Ela possui as chaves da saúde, do descanso, das harmonias da matéria. É a feiticeira branca entrevistada por Michelet, a fada de largos flancos úmidos e olhos transparentes, que espera pelo homem para reconstituir o paraíso terrestre. Se ela se der a ele, será num movimento de pânico sagrado, abrindo para ele, na quente obscuridade de seu ventre, a porta para o outro mundo. Ela é a fonte de virtude: o desejo que ela inspira consome a excitação. Mergulhar nela devolve a castidade. Ela é estéril, pois detém a roda do tempo. Ou melhor, é ela que semeia o homem: volta a pari-lo, nele reintroduz a infância do mundo. Ela o devolve ao seu trabalho de homem, que é elevar-se o máximo possível acima de si mesmo. Dizem super-homem, não dizem super-mulher, porque a mulher, a verdadeira, é aquela que faz o homem mais do que ele é. A ela, basta-lhe existir para ser, plenamente. O homem deve passar por ela para passar ao ser, ao menos que escolha outras asceses, onde ainda voltará a encontrá-la sob formas simbólicas.

Senhores, descobrir a verdadeira mulher é uma graça. Não ficar assustado, outra. Unir-se a ela requer a benevolência de Deus... Que estranho encontro! Ela aparece bruscamente no rebanho das falsas mulheres, e o homem favorecido que a vê se põe a tremer de desejo e de temor."

“Tudo vai mudar, chega de jogar;

Vejo teus seios desabrocharem

E às vezes teu ventre fremir

Como um sol quente que se ergue,

Tu me aquietas e eu me admiro

Com esses poderes que deténs...”

quarta-feira, 12 de agosto de 2009



Como uma velha árvore, pernas enraizando, corpo, tronco, galhos... Imóvel. Presente. Rija, porém suave... Consciente... Assim como lá foi árvore outrora e se fez fruto e semente, sabe que é uma, e eterna... Sabe também que nada muda sua condição de aprendizado, de dar seu melhor. Ela se dedica, se esforça e cresce. Absorve o que lhe nutre, enquanto contribui no processo da vida. Vive desinteressadamente, apenas presencia. Sol escaldante ou ameno, um sonoro tufão ou vento suave entre as folhas, tempestade ou garoa. Apenas presencia. E faz o seu papel.Oferece fruto vivo de ação desinteressada. É o bem maior que passa adiante. Dá o seu melhor, e assim se torna imortal.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Dando a morta...

Jyotish - Astrologia Védica


Novamente, materializando o que o pessoal anda jogando na teia há algum tempo.
Esta página apareceu no meu caminho e obviamente necessito compartilhá-la.
Confesso que nunca fui estudande de astrologia (sequer a ocidental), mas meu interesse foi desperto, dada a antiguidade do cohecimento védico.
O responsável pela compilação do conhecimento (que no entanto, não deseja crédito pela façanha) é o Mestre do meu professor de Hatha Yoga, Evêncio Mendes, cujo contato foi difícil de encontrar através da página. Ele diz que na verdade a proposta é que os estudantes que navegam esses universos, contribuam através dos fóruns, compartilhem experiências, visto que há intrínseca relação entre o uso do conhecimento do Jyotish, do Yoga, Ayurveda e Mantras.

Estão disponíveis na página artigos introdutórios sobre o assunto, e mais apostilas com 3 semestres de curso online, gratuitamente.

Bom, nas palavras do mestre:

"Astrologia védica é um estudo fantástico para aqueles que adoram um desafio... porém, diferente da visão normalmente adotada no ocidente. A astrologia védica exige um complemento espiritual em paralelo ao estudo e comparações intelectuais. À primeira vista, parece uma afirmação baseada mais em uma fé do que em uma experiência, mas é justamente o contrário...

A astrologia védica, também conhecida como astrologia hindu ou simplesmente Jyotish, é um estudo levado a sério pelos indianos. Um astrólogo pode ser encarado por muitos como uma pessoa que prevê o futuro apenas, mas, do ponto de vista da cultura indiana, ele é mais do que isso."


Quer saber mais?


O link ficará aqui na postagem, e também o manterei eternizado ao lado, na lista de links.

Façam bom proveito!


domingo, 9 de agosto de 2009

Carcará não vai morrer de fome!


Há um tempo que o pessoal vem comentando em sangha a necessidade de se fazer um som orgânico e tal, usar corpo, voz, alguns poucos instrumentos, visto que a criatividade costuma extravasar os níveis da dita normalidade.

Sempre que surge o assunto, acabo redundantemente recomendando o som dos “Barbatuques”.É um grupo artístico e pedagógico, iniciado pelo músico Fernando Barba que transformou a curiosidade que tinha por tirar sons do corpo em pesquisa. “A exploração musical através dos inúmeros sons produzidos pelo corpo humano é o tema central da pesquisa” são as palavras do criador do projeto.

Eles vêm atuando desde 1995 no Brasil e exterior. Foram contemplados em 2006 pelo Prêmio TIM de Música como melhor grupo de MPB.

Álbuns até o momento:
2002- Corpo do Som (Download from netosdesalim.com.br)

2005- O Seguinte é Esse (Download from sonidobueno.wordpress.com)

2007- DVD Corpo do Som ao Vivo

Bom, falar de música não rende muito...

Curta!


*Os links postados para download são de outros blogs, gostaria primeiro de agradecer essa galera q paga rapidshare e fica subindo os arquivos pra compartilhar, vocês ganharam link direto da minha página(y)... ahm, mas se por acaso o link não der certo, comunique aí que a gente acha outro.